Em 15 meses, 42 macacos mortos foram recolhidos em Taubaté

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Em 15 meses, 42 macacos mortos foram recolhidos em Taubaté


Redação / Gazeta de Taubaté
redacao@gazetadetaubate.com.br

Desde fevereiro do ano passado, quando teve início o monitoramento de primatas doentes nas regiões de mata de Taubaté, já foram recolhidos 42 animais mortos.

Os últimos dois casos foram registrados no domingo, nos bairros Gurilândia e Parque Aeroporto.

Até agora, a febre amarela foi confirmada como a causa da morte em quatro casos. Mais 17 exames aguardam resultado, 18 deram negativo e em três casos a análise foi prejudicada pelo estado de decomposição dos animais.

A Vigilância Epidemiológica ressalta que os macacos não transmitem o vírus da febre amarela e ainda cumprem um importante papel de alerta biológico. “Ao contraírem o vírus, transmitido em ambientes silvestres por mosquitos do gênero Hemagogus, os macacos servem de alerta para o surgimento da doença no local”, explicou o órgão.

OCORRÊNCIAS/ O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) fez um pedido para que, em caso de encontro de animais macacos mortos, os moradores adotem os procedimentos corretos.

“O ideal é que as informações sejam encaminhadas da forma mais completa possível, com a identificação do bairro, local e pontos de referência que ajudem as equipes a fazer o recolhimento do animal. Quem passou a informação também pode deixar um telefone de contato para que as equipes liguem em caso de necessidade”, alertou o CCZ.

Confira abaixo os telefones para notificar o encontro de um macaco morto:

CAS: 3635-4091

CCZ: 5704-8048

Vigilância Epidemiológica: 3629-6232

Defesa Civil: 199 (plantão 24 horas)

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Wander Delgado
Wander Delgado
Químico, especialista em meio ambiente e gestão de resíduos, contabilidade industrial e viabilidade técnico econômica.